terça-feira, 27 de junho de 2017

Primeiro dos novos cinco aterros de Macau pronto no final do ano

26/06/2017 - Diário de Notícias

A zona A dos novos aterros de Macau, a maior das cinco áreas conquistadas ao mar, vai estar terminada no final deste ano, "em paralelo" com a inauguração da ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, anunciou hoje o Governo.

"A zona A vai ser concluída no final deste ano (...) O Governo disse que a conclusão das obras da zona A vai ser em paralelo com a inauguração da ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau", disse Ho Ion Sang, presidente da Comissão de Acompanhamento para os Assuntos de Terras e Concessões Públicas da Assembleia Legislativa, após uma reunião com o Executivo.

A data de finalização deste aterro surge depois de um atraso de cerca de dois anos, devido a problemas com o fornecimento de areia.

Em 2015, o Governo de Macau apresentou uma versão mais pormenorizada do plano diretor dos cinco novos aterros, onde pensa receber 162 mil pessoas, para responder às exigências de Macau, num território com escassos recursos de terras e elevados preços do setor imobiliário.

Um quarto da área dos aterros será ocupada por habitação, a maioria na zona A, onde se espera a construção de 32 mil frações -- 29 mil de habitação pública, quatro mil de privada.

A zona A, com 138 hectares (1,38 quilómetros quadrados), fica entre a península de Macau e a ilha artificial que permite a ligação à futura ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, que se prevê ser a maior travessia do mundo sobre o mar.

"Em finais de 2017, todas essas obras, a rede viária, os acessos [à ponte] podem estar prontos. Esperamos pela decisão final do Governo central para a inauguração da ponte. O que o Governo está a fazer é acelerar o trabalho da zona A e suas ligações", afirmou Ho, explicando que apenas 12% da ponte é da responsabilidade de Macau.

O presidente da comissão afirmou também que o Governo já começou a planear as habitações públicas que vão ocupar a zona norte do aterro, mas não indicou quantas são.

À margem da reunião, o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário, afirmou que o Governo já "escolheu uns quarteirões onde começará a fazer os projetos de construção das habitações públicas".

Sobre quando o aterro estará pronto a ocupar, com habitações, infraestruturas e serviços, o secretário disse não poder adiantar datas.

"Não sou capaz de lhe dar data nenhuma. A única coisa que posso dizer é que este ano as Obras Públicas disponibilizarão aos colegas do GDI [Gabinete para o Desenvolvimento de Infraestruturas] os primeiros quarteirões onde eles irão iniciar o projeto e fazer obra", disse.

Também a zona C tem conclusão prevista para este ano. A D não tem ainda data oficial e Raimundo do Rosário indicou que poderá ser em 2018.

Quanto à zona E, que será para infraestruturas públicas e indústrias criativas, "uma parte está aterrada e outra parte está em curso, que é junto a à Ponte da Amizade, acho que acaba também no fim do ano", disse Raimundo do Rosário. Em 2015 estavam previstas 20.000 habitações para estas três zonas.

A zona B, uma área administrativa e judiciária, onde serão instalados os novos tribunais, já está concluída. "Estamos neste momento em reuniões com os utilizadores dessa área e esperamos neste ano retomar esses projetos da zona", afirmou Raimundo do Rosário.

Acerca desse aterro, Ho Ion Sang explicou que "o Governo já ativou os projetos da zona judiciária, que fica mesmo em frente ao hotel MGM".

"As alturas vão respeitar as exigências da UNESCO" [Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura], frisou, referindo-se aos limites para a construção tendo em conta a preservação do património histórico, uma questão que tem sido levantada para outras obras. Ho admitiu que o Governo não disponibilizou à comissão informação sobre a altura dos edifícios.

O presidente da Comissão de Acompanhamento para os Assuntos de Terras e Concessões Públicas da Assembleia Legislativa afirmou que foi também discutida a questão da quinta ligação entre a península de Macau e a Taipa. "Se calhar vai ser entre as zonas C e D, ao lado da ponte Nobre de Carvalho", indicou.

O Governo prevê que, quando completos, os aterros acrescentem 3,5 quilómetros quadrados à área de Macau, atualmente de cerca de 30 quilómetros quadrados.

Roma descobre ‘pequena Pompeia’ em canteiro de obra de metrô

26/06/2017 - Istoé

Ansa

ROMA, 26 JUN (ANSA) – As escavações dos canteiros destinados à construção da linha C do metrô de Roma revelaram um novo cenário digno de Pompeia na capital italiana em dois ambientes que data da metade da era imperial romana (162 a 476 d.C).   

Devido a um incêndio que aconteceu na época, puderam ser conservados móveis e partes do piso de madeira e de mosaico preto e branco dos dois espaços.   

Segundo um porta-voz da Superintendência de Roma, o tipo de material encontrado “se conserva apenas em condições ambientais e climáticas excepcionais ou por causa de eventos especiais como o que aconteceu em Herculano e Pompeia”.   

De acordo com o órgão, a “descoberta do piso de madeira carbonizado representa algo único para a cidade”, e o incêndio foi o grande responsável por esse achado ainda existir nos dias de hoje.   

Além da pavimentação e de vários móveis, também foi encontrado nas escavações da via Amba Aradam, no centro de Roma, o esqueleto de um cachorro agachado em frente a uma porta, que deve “ter ficado preso no edifício no momento do incêndio”.   

Junto a ele também foi achado os restos de outro animal, menor, mas ainda não identificado.   

“O que aproxima essa descoberta à de Pompeia é que testemunhamos um momento da história. O incêndio que ‘parou’ a vida neste ambiente nos permite imaginar como era a vida em um momento específico”, afirmou o superintendente de Roma, Francesco Prosperetti. A prefeita de Roma, Virginia Raggi, também comentou sobre a “pequena Pompeia” romana. “Roma não para nunca de surpreender.   

Do canteiro do metrô, a última maravilha chega do passado”, escreveu a política do Movimento 5 Estrelas (M5S) no seu Twitter. (ANSA)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Novo trem de alta velocidade da China estreia na rota Beijing-Shanghai

26/06/2017 - CRI

O trem-bala "Fuxing", projetado e fabricado pela China, estreou nesta segunda-feira (26) na rota Beijing-Shanghai. Desenvolvido conforme o padrão chinês, sob a orientação da Corporação Geral de Ferrovia da China, essa é a nova geração de trem de alta velocidade que já atingiu o nível mais avançado do mundo.

Na manhã do último domingo, o gerente-geral da Corporação Geral de Ferrovia da China, Lu Dongfu, anunciou a nomeação do novo trem.

"O Fuxing significa rejuvenescimento, em mandarim, registrando o processo de desenvolvimento da tecnologia ferroviária de alta velocidade da China. Isso demonstra o papel importante que o trem-bala desempenha na promoção do desenvolvimento socioeconômico do país."

Os novos trens-bala, conhecidos como unidades múltiplas elétricas (UME), têm dois modelos, CR400AF e CR400BF. Entre eles, o CR é a abreviatura inglesa da Corporação Geral de Ferrovia da China, com uma velocidade máxima de 400 quilômetros por hora e uma velocidade constante de 350 quilômetros por hora. Às 11h05 de hoje, um trem "Fuxing" partiu da estação do sul de Beijing para Shanghai. Ao mesmo tempo, outro saiu da Estação Ferroviária de Shanghai Hongqiao para Beijing.

O pesquisador da Academia de Ciências Ferroviárias da China, Zhang Bo, revelou que o trem bala "Fuxing" foi fabricado de acordo com os padrões chineses. A China possui o direito de propriedade intelectual completamente independente sobre o equipamento.

"No passado, os trens-balas de diferentes fabricantes e modelos não podiam alcançar a interoperabilidade. Fizemos muitos esforços para melhorar as condições técnicas. Além disso, também reajustamos o desenho do corpo e da frente dos trens. O consumo de energia diminuiu 17%. A resistência do equipamento também registrou uma redução de 6% e 12%."

O trem inclui um sistema de monitoramento sofisticado que constantemente verifica seu desempenho e automaticamente desacelera o trem em caso de emergência ou condições anormais. Além disso, é capaz detectar a temperatura de rolamento e do sistema de resfriamento. Por outro lado, um centro de controle poderá monitorar o trem em tempo real graças ao sistema de transmissão de dados remoto. As estatísticas mostram que a nova geração de trem-bala pode operar até 30 anos, com uma máxima quilometragem de 15 milhões de quilômetros.

A ferrovia de alta velocidade da China está em rápido desenvolvimento. O país possui a rede ferroviária mais longa do mundo, com 22 mil quilômetros até o fim de 2016, cerca de 60% do total mundial. Além de oferecer facilidades aos passageiros, a ferrovia de alta velocidade também se torna um símbolo da "fabricação chinesa". Devido à tecnologia avançada e compatibilidade forte, vários países asiáticos, europeus e africanos já estabeleceram cooperação com a China no setor.

Segundo a Corporação Geral de Ferrovia, a China vai continuar com design e fabricação dos trens com padrão chinês e ampliar seu uso no transporte ferroviário, com o fim de dar mais opções aos passageiros.

Tradução: Zhao Yan

Revisão: Diego Goulart

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Motoristas na França vestem saia para enfrentar o calor

21/06/2017 - RFi Brasil

Por Silvano Mendes 

media
Motoristas de ônibus e de VLT no oeste da França protestaram contra a proibição do uso de bermudas no trabalho.

CFDT Semitan

Um grupo de motoristas franceses foi trabalhar nesta quarta-feira (21) vestindo saias. A medida foi um protesto contra as normas impostas por uma empresa de transportes, que proíbe que os homens vistam bermudas, apesar das altas temperaturas registradas no verão. Os termômetros ultrapassaram 35°C em boa parte do país, pelo segundo dia consecutivo.

Como trabalhar quando as temperaturas se aproximam dos 40°C? Com a onda de calor excepcional que atinge a França e vários países europeus atualmente, cada um faz como pode. Em uma região do mundo onde o ar condicionado é bem menos popular que no Brasil ou nos Estados Unidos, as mulheres adotam vestidos mais leves e alguns homens tentam driblar o calor com camisas mais amplas ou até vestindo bermudas.

Porém, em algumas áreas os responsáveis pelos códigos de vestimenta não parecem se sentir afetados pela alta dos termômetros. É o caso da empresa de ônibus e VLT SEMITAN, na cidade de Nantes, no oeste da França, que, apesar de vários pedidos de seus motoristas, proíbe o uso de bermudas pelos homens. “Em período de calor extremo, como o que vivemos agora, as temperaturas chegam perto dos 50°C dentro dos ônibus”, explicou para a rádio France Info Gabriel Magner, representante sindical na SEMITAN.

Ele ressalta que “as motoristas podem vestir uma saia”, mas para os homens não há opção. Foi pensando nesse detalhe, que os sindicatos veem como uma forma de discriminação, que seis condutores decidiram emprestar algumas peças do vestiário das colegas e colocar as pernas de fora.

"Usei saia o dia inteiro e foi bem agradável"

“Nossa direção nos proíbe de vestir bermudas, pois considera que essa roupa não é adaptada à nossa profissão, então decidimos provocar e vir trabalhar de saia, um traje autorizado para as condutoras de ônibus”, resumiu Didier Sauvetre, outro motorista ligado à CFDT. “Eu usei uma saia o dia inteiro e posso dizer que com as temperaturas que tivemos hoje, foi bem agradável”, contou Magner, que posou ao lado dos colegas para fotos que viralizaram nas redes sociais na França.

O protesto dos condutores franceses lembra uma manifestação feita por maquinistas suecos, em 2003. Na época, alguns condutores foram trabalhar vestindo saias para contestar o regulamento que proibia o uso de bermudas. Após a ação, a companhia ferroviária mudou as regras e as pernas de fora já são aceitas entre os maquinistas dos trens suecos.

A CFDT reivindica a autorização das bermudas para os motoristas da SEMITAN em dias de calor desde 2013. Mas a direção da empresa mantém sua posição, alegando que o clima em Nantes é temperado. A cidade registrou temperaturas de 33°C nesta quarta-feira.

A forte onda de calor deve continuar pelo menos até esta quinta-feira (22) na França. Mais de 60 regiões do país foram colocadas em alerta.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Moçambique – Consórcio luso-chinês vai construir ferrovia entre Moatize e Macuse

14/06/2017 - África 21 Digital, com AIM

O consórcio luso-chinês formado pelas empresas Mota-Engil e China National Complete Engineering Corporation vai construir a ferrovia que ligará a zona mineira de Moatize, província de Tete, ao porto de Macuse, na província da Zambézia, em Moçambique. O custo da obra é de US$ 2.389 milhões (bilhões), com duração contratual prevista para 44 meses.

FOTO:TCU/ARQ

A China National Complete Engineering Corporation é uma subsidiária do grupo China Machinery Engineering Corporation, cotado na Bolsa de Valores de Hong Kong, sendo este o primeiro consórcio em que empresas portuguesas e chinesas entram em pé de igualdade.

O comunicado, citado hoje pelo “O País”, adianta que atendendo ao facto de poder ter lugar uma incorporação elevada de bens e serviços provenientes da China é muito provável que as instituições chinesas de crédito às exportações, caso do Banco de Exportações e Importações da China possam contribuir “positivamente” para o processo de montagem do financiamento do projecto.

O início das obras de construção poderá ocorrer em 2018, assim que forem concluídas as negociações do cliente para o financiamento do projecto.

O presidente executivo da Thai Moçambique Logística, José Pires da Fonseca, já havia anunciado, em março passado, que o projeto tinha sido adjudicado ao consórcio constituído em partes iguais pelo grupo Mota-Engil e pela empresa China National Complete Engineering Corporation.

Uma das grandes particularidades para a linha de Macuse é que ela envolve interesses de quatro companhias indianas com licenças para a exploração do carvão em Moçambique e que precisam do minério para alimentar as suas centrais térmicas. O carvão será exportado pelo porto de Macuse, que que deverá ter capacidade para receber navios de até 80 mil toneladas,  permitindo uma maior competitividade em relação ao Porto da Beira, que recebe navios de menor calado.


domingo, 11 de junho de 2017

Empresa chinesa construiu "ferrovia do século" no Quênia

10/06/2017 - CRI Online

A equipe de gestão da ferrovia Monbasa-Nairobi anunciou na quinta-feira (8) que a ferrovia construída e gerenciada pela empresa chinesa China Road and Bridge Corporation foi bem procurada, e é considerada como "caminho de modelo" de cooperação de benefício recíproco entre China e África.

A ferrovia construída pela empresa chinesa entrou em funcionamento em 31 de maio. Diariamente, dois trens partem respectivamente de Mombasa e de Nairobi. Cada trem pode transportar 1370 pessoas. Segundo dados recentes, entre 1º e 7 de junho, foram transportados cerca de 12 mil passageiros nesta ferrovia. O responsável pela gestão da ferrovia da China Road and Bridge Corporation, Huang Jincan, revelou que está plenejando aumentar mais um trem em cada cidade.

A ferrovia Monbasa-Nairobi tem o percurso total de 472 quilômetros, sendo um dos três importantes projetos de infra-estrutura de construção conjunta entre China e África, a saber, ferrovia de alta velocidade, auto-estrada e aviação regional. É também a primeira nova ferrovia constrúda nos últimos cem anos no Quênia, ganhando o título de "ferrovia do século".

Tradução: Florbela Guo

Revisão: Layanna Azevedo

sábado, 10 de junho de 2017

Redes de ferrovias de alta velocidade beneficiam a vida dos chineses

09/06/2017 - CRI Online

Nos últimos cinco anos, a quilometragem em funcionamento das ferrovias de alta velocidade da China aumentou de menos de dez mil quilômetros para 22 mil quilômetros, ocupando o primeiro lugar no ranking mundial. As redes de ferrovias têm ampla cobertura e diminuem distâncias temporais entre as diversas regiões chinesas, além de melhorar as condições de viagem da população.
Alguns dias atrás, entrou em operação de teste a ferrovia de alta velocidade que liga Baoji, na província noroeste de Shaanxi, e Lanzhou, na província noroeste de Gansu. A linha, que entrará oficialmente em funcionamento em julho, atravessa as zonas pobres no noroeste da China. A operação da ferrovia acabará com a ausência de passagem de trens nas regiões, o que fornece uma boa oportunidade de desenvolvimento para os agricultores ao longo da linha. Wu Zhengquan, um plantador de maçã em Tianshui, cidade no sudeste de Gansu, explicou a importância da ferrovia para sua vida.

"Eu e outros membros das 170 famílias do cooperativo agrícola somos responsáveis por 5.700 de acres de área de plantação de maçãs. Depois da abertura da ferrovia de alta velocidade, em julho, pretendemos desenvolver uma indústria turística local. Tenho confiança em dobrar as receitas no futuro."

O funcionamento das ferrovias de alta velocidade abre uma janela para as pessoas ao longo da linha conhecerem o mundo exterior. Em 28 de dezembro do ano passado, foi inaugurada a ferrovia de alta velocidade de Shanghai a Kunming, com extensão total de mais de 2.000 quilômetros. Graças à linha, os moradores que vivem nas zonas montanhosas da província de Yunnan podem viajar facilmente para Beijing, Shanghai, Guangzhou e outras grandes cidades chinesas. O diretor da seção de planejamento do departamento de ferrovia de Kunming, Shen Yiqi, deu mais detalhes.

"A linha de Shanghai a Kunming está conectada com as principais redes ferroviárias de alta velocidade da China, cobrindo a maioria das grandes cidades. Com o aperfeiçoamento constante das ferrovias, acredito que podemos ir a qualquer lugar do país nos próximos anos."

Além das linhas que ligam as direções de norte a sul ou de oeste a leste, as ferrovias de alta velocidade também facilitam as viagens de curta distância. Estatísticas mostram que mais de 4.200 trens-bala funcionam diariamente na China, transportando 4,5 milhões de passageiros.

A China publicou no ano passado um plano de desenvolvimento de redes ferroviárias para longo prazo. De acordo com o programa, até 2020, a quilometragem operacional das ferrovias de alta velocidade chegará a 30 mil quilômetros, cobrindo 80% das principais cidades do país. Segundo o diretor do Departamento de Indústrias de Base da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, Fei Zhirong, a construção de redes ferroviárias aperfeiçoadas visa encurtar distâncias entre cidades.

"Segundo o nosso plano de desenvolvimento, as redes ferroviárias da China ligarão todas as cidades com população de 200 mil pessoas. As ferrovias de alta velocidade cobrem a maioria das capitais das províncias e as cidades com população de 500 mil. Os passeios de trens entre as cidades adjacentes só demoram de 1 a 4 horas."

tradução:Zhao Yan

revisão:Layanna Azevedo